Sistema de Eventos Acadêmicos da UFMT, I Congresso Nacional para Salvaguarda do Patrimônio Cultural ​

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TECNOLOGIA DA GEOINFORMAÇÃO PARA DOCUMENTAÇÃO E GESTÃO DO PATRIMÔNIO AMBIENTAL. Um estudo comparativo entre Brasil e Itália
Miguel Brunoro Thome, Bruno Amaral de Andrade, Renata Hermanny de Almeida

Prédio: Instituto Nacional de Pesquisas do Pantanal
Sala: Apresentação Artigos 03
Data: 04-10-2017 10:50  – 11:10
Última alteração: 22-11-17

Resumo


Este artigo apresenta métodos e meios de representação do patrimônio, em sua dimensão ambiental, em que a interpretação e documentação são elaboradas com o suporte de tecnologias da geoinformação, como ferramentas para a intervenção em estruturas pré-existentes. A problemática está na observação, seleção e hierarquização de elementos de identidade no território, e de técnicas de representação e interpretação de informação. Fundamenta-se na elaboração de mapeamento digital do patrimônio ambiental, proveniente do aparato técnico e metodológico da Escola Territorialista Italiana, estruturado no par temático Patrimônio e Representação. A importância da análise ambiental do território está na identificação da morfologia perceptiva do assentamento antrópico e da transformação do território, e, com a interpretação da camada ambiental do território, denominada patrimônio ambiental, permite a leitura e o reconhecimento do caráter físico-estrutural e garantia da reprodução de aspectos físico-materiais do patrimônio. Numa primeira etapa, realiza um levantamento de tecnologias da geoinformação adequadas para a construção de representação do território, organizando em quadro comparativo, para o elenco de dois software para experimento do método de análise ambiental da abordagem territorialista italiana. São escolhidas duas plataformas, QuantumGIS e SPRING. A segunda etapa metodológica compreende a coleta de informações direta do real, com aquisição de dados, o processamento dos mesmos, seguidos de sua representação em forma de mapeamento. Estas produções são necessárias para a terceira e última etapa, onde é feito um estudo comparativo dos programas selecionados através dos mapeamentos ambientais, com o objetivo de identificar continuidades e descontinuidades operacionais e contribuir na elaboração de discussão e conhecimento.


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