Sistema de Eventos Acadêmicos da UFMT, Congresso de Pesquisa em Educação 2017

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AS IDENTIDADES DE GÊNERO ENSINADAS NA INFÂNCIA: “POR QUE SER MENINA OU MENINO DEVE SER PARÂMETRO PARA DEFINIR MODOS DE EXPERIENCIAR O MUNDO?”
Patrícia Alves Santos Oliveira, Raquel Gonçalves Salgado

Última alteração: 02-10-17

Resumo


O caráter fixo e permanente da oposição binária entre os sexos impõe ao gênero modos únicos de existência. Este binômio menino-menina cria representações performáticas na vida dos sujeitos estabelecendo normas desde a infância, instituindo práticas, subjetividades, valores. Este trabalho tem como objetivo compreender como os discursos que circulam nas diversas instituições sociais, sobretudo na escola, corroboram a legitimação de identidades de gênero. Partimos do lugar teórico dos estudos da infância como categoria social e histórica, bem como dos estudos de Joan Scott, Judith Butler, Michel Foucault acerca dos conceitos de gênero e sexualidade numa dimensão discursiva como possibilidade de ação política no campo educacional.

 


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