Sistema de Eventos Acadêmicos da UFMT, XI Mostra da Pós-Graduação

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XIKUNAHITY
Elias Martins, Francisco Xavier Freire Rodrigues, Andrea Ferraz Fernandez

Última alteração: 17-10-19

Resumo


A existência de um jogo de bola denominado Xikunahity da etnia Haliti Paresi revela uma prática diferente do que habituamos a ver na contemporaneidade, que é o uso das mãos ou dos pés para se rebater uma bola, no entanto, este jogo se diferencia pelo uso exclusivo da cabeça como ferramenta para rebater a bola. O objetivo principal foi identificar o estado da arte do Xikunahity. Nessa fase da pesquisa a metodologia utilizada é de consulta ao portal de periódicos da Capes a partir do mecanismo de busca se utilizou as expressões (and, not e or) em combinação aos conceitos relacionados ao contexto do jogo em investigação. Como resultado foi identificado a existência de um convite publicado no Wall Street Journal de 2004 e um artigo sobre o primeiro contato de Roosevelt e Rondon com este jogo de bola. Como conclusão temos o estado da arte do Xikunahity limitado a dois textos publicados, sendo um de cunho jornalístico algo muito próxima do forma de divulgação atual deste jogo como um elemento de turismo indígena nas aldeias da etnia Haliti Paresi, enquanto outro trata, especificamente, daquilo que teria sido o primeiro contato do não índio com este jogo, o qual foi denominado por Roosevelt como Headball e definindo-o como o jogo de futebol genuinamente brasileiro.

Palavras-chave


Xikunahity; estado da arte; periódicos capes.