Sistema de Eventos Acadêmicos da UFMT, XI Mostra da Pós-Graduação

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RELAÇÃO DA ASSIMETRIA DE FORÇA E DE DESEMPENHO EM MEMBROS INFERIORES DE IDOSOS ATIVOS E SEDENTÁRIOS E PROPENSÃO DE QUEDAS
Kamila Laet Moreira, Letícia Soares Reis, Silvia Ribeiro Santos Araújo Araújo

Última alteração: 04-10-19

Resumo


Um dos efeitos do processo do envelhecimento no ser humano é a diminuição do nível de atividade física acarretando na perda das capacidades de adaptações e desempenho de habilidades básicas, bem como o surgimento de doenças crônico-degenerativas advinda de hábitos de vida inadequados. À medida que o ser humano envelhece, os sistemas sensoriais responsáveis pelo controle postural são afetados pela própria diminuição da reserva funcional do idoso e ou pelas doenças que advêm com frequência nessa faixa etária, predispondo o indivíduo ao desequilíbrio corporal e a quedas. As diferenças assimétricas entre os membros inferiores na produção de força muscular têm sido sugeridas como fatores de risco para quedas. Essas diferenças associam-se diretamente à debilidade na manutenção do centro de gravidade corporal, principal fator no risco de quedas nessa faixa etária. Por conseguinte, faz-se necessário comparar as diferenças entre os membros inferiores para a força muscular de idosos ativos e sedentários, já que essas correlações entre a lenta capacidade de produção de força explosiva dos membros inferiores e o desempenho de atividades cotidianas têm sido consideradas como fator de risco para queda. O objetivo do presente estudo é investigar se há relação entre assimetria dos membros inferiores mensurados pelos testes de agilidade e de salto com contramovimento e propensão de quedas em idosos ativos e sedentários. As voluntárias realizaram o este time up and go (TUG), teste de Velocidade/Agilidade (TVA), e por fim, salto vertical com contramovimento (SCM) será executado em uma Plataforma de Força que mede as forças de reação do solo (FRS) em resposta à força exercida pelos indivíduos como indicador da força muscular produzida durante a impulsão. As variáveis numéricas serão descritas com suas médias e desvio-padrão, e as categóricas com as proporções e o respectivo intervalo de confiança. Nos interessa, por fim comparar se as diferenças entre os membros inferiores para a força muscular de idosos ativos e sedentários, tem correlações entre a capacidade de produção de força explosiva dos membros inferiores no desempenho de atividades cotidianas são consideradas como fator de risco na propensão de queda.


Palavras-chave


IDOSAS; FORÇA; QUEDAS.