Sistema de Eventos Acadêmicos da UFMT, XI Mostra da Pós-Graduação

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Interação entre vegetação, solo e entradas de liteira na taxa de decomposição em área de transição Amazônia-Cerrado
DALILA MORGANA MUTZENBERG

Última alteração: 09-10-19

Resumo


O Cerrado é o segundo maior bioma brasileiro, ocupando 21% do território nacional. Possui um clima estacional no qual o período chuvoso é seguido por um período seco. O processo de ocupação e exploração do Cerrado em vários estados brasileiros reduziu a cobertura vegetal primitiva em pequenas áreas comprometendo a fauna e flora loca. Cerca de 24% da área do bioma ocorre entre dois maiores biomas brasileiros, o Cerrado e a Floresta Amazônica, representando zonas de ecótono. Deste modo, o objetivo foi caracterizar a vegetação local e analisar a dinâmica e interação florestal, em um fragmento de transição Amazônia-Cerrado. A área de estudo está localizada aproximadamente 500 km de Cuiabá, na Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Baruíto situada no município de Campo Novo do Parecis, MT. O experimento foi conduzido em um fragmento florestal de transição de janeiro de 2012 a dezembro de 2013, dividido entre 5 transectos (A, B, C, D e E) com 21 pontos marcados em um espaçamento de 5 em 5 metros, totalizando 100 metros. Para identificação de uma floresta de transição, foi realizado um levantamento fito fisionômico caracterizando espécies de maior ocorrência dentro do fragmento entre espécies do Cerrado e da Amazônia, junto com análise química do solo, interação de litterpool e litterfall e o índice de área foliar. Contudo o resultado esperado é, ao identificar as espécies de maior ocorrência local sendo do Cerrado ou Amazônia, analisar a umidade e ciclagem de nutrientes no solo e consequentemente, como influência em fatores como a decomposição em produção de serapilheira (litterfall), a serapilheira acumulada (litterpool) e posteriormente no índice de área foliar. Considerando as estações chuvosa e seca entre os anos de 2012 e 2013.

Palavras-chave


Amazônia-Cerrado, ciclagem de nutrientes, serapilheira