Sistema de Eventos Acadêmicos da UFMT, X Mostra da Pós-Graduação: Direitos Humanos, trabalho coletivo e redes de pesquisa na Pós Graduação

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ÉPOCAS DE APLICAÇÃO DE NITROGÊNIO E POTÁSSIO SOBRE OS PARÂMETROS DA PLANTA DE MILHO
Willian Buratto, Anderson Lange, Beatriz Lima Aguiar, Fabiano Bernardo Matos, Donicleiton Alves Ferreira, Alex Cortezia, Luiz Carlos Maurina, Weslley Buratto

Última alteração: 15-10-18

Resumo


A semeadura de milho safrinha ou milho segunda safra, ocorre no estado de Mato Grosso, nos meses de janeiro e fevereiro, após a colheita da soja. Nesta época inúmeras operações agrícolas estão ocorrendo nas propriedades, desde a dessecação da soja passando pela semeadura do milho até adubações de cobertura. Nesta situação ocorre picos de trabalho e deficiência de equipamentos agrícolas, além de muitos dias chuvosos, fazendo com que o produtor priorize a colheita da soja e semeadura do milho, o qual é semeado sem adubação na linha, realizando em muitos casos duas coberturas com 20-00-20, sendo a 1ª alguns dias após a semeadura e a segunda aos 30-35 dias da semeadura. Com a necessidade de saber qual o melhor momento de realizar a aplicação do fertilizante estudo objetivou verificar a melhor época de aplicação da 1ª parcela da adubação na cultura do milho. O experimento foi conduzido no município de Santa Carmem – MT, com altitude de 389 metros. A precipitação acumulada durante o cultivo do milho foi de 926 mm. A semeadura ocorreu no dia 19/01/2018. O delineamento experimental utilizado foi de blocos ao acaso, com 12 tratamentos e 5 blocos. Foram aplicados 400 kg ha-1 de 20-00-20+9S, constituindo os tratamentos: T1 (testemunha, sem fertilização), T2 (100% aplicado em superfície no dia da semeadura), T3 (100% aos 35 DAS), T4 (50% incorporado no sulco de semeadura e 50% 35 DAS), T4 (50% aplicado em superfície no dia da semeadura e 50% aos 35 DAS), T6 (50% aos 3 DAS e 50% aos 35 DAS), T7 (50% aos 6 DAS e 50% aos 35 DAS), T8 (50% aos 9 DAS e 50% aos 35 DAS), T9 (50% aos 12 DAS e 50% aos 35 DAS), T10 (50% aos 15  DAS e 50% aos 35 DAS), T11 (50% aos 18 DAS e 50% aos 35 DAS), T12 (50% aos 21 DAS e 50% aos 35 DAS). No momento da colheita foram avaliados, altura de planta, altura de inserção da espiga, diâmetro do colmo abaixo da espiga, distância de entre nó abaixo da espiga e matéria seca de resíduo. Os dados obtidos foram submetidos a análise de variância através do teste F (P< 0,10). Não houve diferença entre os tratamentos para distância de entre nó e diâmetro de colmo. Para altura da planta todos os tratamentos foram superiores a testemunha. Para inserção de espiga, apenas os tratamentos T7, T8, T9, T10, T11 e T12 diferiram da testemunha e para a massa seca de resíduo apenas os tratamentos T2, T8, T9, T11 e T12 diferiram da testemunha.


Palavras-chave


Adubação nitrogenada, Adubação potássica, Adubação de cobertura

Referências


FERREIRA, D. F. Sisvar: a computer statistical analysis system. Ciência e Agrotecnologia, Lavras, v. 35, n. 6, p. 1039-1042, 2011.