Sistema de Eventos Acadêmicos da UFMT, X Mostra da Pós-Graduação: Direitos Humanos, trabalho coletivo e redes de pesquisa na Pós Graduação

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MONENSINA E VIRGINIAMICINA NO DESEMPENHO E PH RUMINAL DE BOVINOS CONFINADOS COM DIETA DE MILHO GRÃO INTEIRO
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Última alteração: 23-10-18

Resumo


A utilização de alguns aditivos alimentares como a monensina e a virginiamicina são uma forma de incrementar e melhorar a produção em confinamentos com dietas de alto grão, esses aditivos antimicrobianos ionóforos e não-ionóforos atuam modificando o ambiente ruminal através do controle da população de bactérias gram-positivas, particularmente as bactérias produtoras de ácido lático, onde o produto dessas bactérias provocam o decréscimo do pH ruminal, ocasionando acidose, ruminites, abcessos hepático, queda no desempenho produtivo e em casos mais graves a morte do animal. Esses aditivos ajudam a estabilizar o consumo dos animais e a diminuir os distúrbios alimentares ocasionado por uma dieta de alto grão. O não processamento dos grãos de milho é uma estratégia para que a estabilidade ruminal não fique comprometida, auxiliando também na prevenção desses distúrbios. Assim, objetivou-se neste trabalho avaliar parâmetros de desempenho e pH ruminal de animais mantidos em sistema de confinamento recebendo dieta com milho grão inteiro (85%) e núcleo peletizado (15%) com diferentes aditivos. Os aditivos avaliados foram: 30 ppm monensina sódica (M), 17 ppm virginiamicina (V) e a associação 30 ppm monensina/15 ppm virginiamicina (MV). O experimento foi realizado na Fazenda Experimental da Universidade Federal de Mato Grosso, localizada no município de Santo Antonio do Leverger – MT. Foram conduzidos dois experimentos simultâneos, o primeiro experimento avaliou o desempenho produtivo, escore de fezes e locomoção de 18 bovinos machos inteiros com peso médio inicial de 314 kg ± 86 kg e idade aproximada de 30 meses, dispostos em 3 lotes de 6 animais em delineamento inteiramente casualizado (DIC). O período experimental foi de 132 dias, onde as sobras e a quantidade ofertada foram monitoradas diariamente. O segundo experimento avaliou o pH ruminal de três bovinos, machos inteiros, canulados no rúmen, com peso médio inicial de 449,5 kg ± 29,5 kg e idade aproximada de 30 meses, em delineamento quadrado latino 3x3 (DQL), mantidos em baias individuais. A utilização de alguns aditivos alimentares como a monensina e a virginiamicina são uma forma de incrementar e melhorar a produção em confinamentos com dietas de alto grão, esses aditivos antimicrobianos ionóforos e não-ionóforos atuam modificando o ambiente ruminal através do controle da população de bactérias gram-positivas, particularmente as bactérias produtoras de ácido lático, onde o produto dessas bactérias provocam o decréscimo do pH ruminal, ocasionando acidose, ruminites, abcessos hepático, queda no desempenho produtivo e em casos mais graves a morte do animal. Esses aditivos ajudam a estabilizar o consumo dos animais e a diminuir os distúrbios alimentares ocasionado por uma dieta de alto grão. O não processamento dos grãos de milho é uma estratégia para que a estabilidade ruminal não fique comprometida, auxiliando também na prevenção desses distúrbios. Assim, objetivou-se neste trabalho avaliar parâmetros de desempenho e pH ruminal de animais mantidos em sistema de confinamento recebendo dieta com milho grão inteiro (85%) e núcleo peletizado (15%) com diferentes aditivos. Os aditivos avaliados foram: 30 ppm monensina sódica (M), 17 ppm virginiamicina (V) e a associação 30 ppm monensina/15 ppm virginiamicina (MV). O experimento foi realizado na Fazenda Experimental da Universidade Federal de Mato Grosso, localizada no município de Santo Antonio do Leverger – MT. Foram conduzidos dois experimentos simultâneos, o primeiro experimento avaliou o desempenho produtivo, escore de fezes e locomoção de 18 bovinos machos inteiros com peso médio inicial de 314 kg ± 86 kg e idade aproximada de 30 meses, dispostos em 3 lotes de 6 animais em delineamento inteiramente casualizado (DIC). O período experimental foi de 132 dias, onde as sobras e a quantidade ofertada foram monitoradas diariamente. O segundo experimento avaliou o pH ruminal de três bovinos, machos inteiros, canulados no rúmen, com peso médio inicial de 449,5 kg ± 29,5 kg e idade aproximada de 30 meses, em delineamento quadrado latino 3x3 (DQL), mantidos em baias individuais.

Palavras-chave


Milho grão inteiro; consumo; parâmetros ruminais; confinamento animal;