Sistema de Eventos Acadêmicos da UFMT, X Mostra da Pós-Graduação: Direitos Humanos, trabalho coletivo e redes de pesquisa na Pós Graduação

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RESISTÊNCIA, CAPACIDADE REGENERATIVA E DANOS CAUSADOS PELA DESFOLHA ARTIFICIAL EM MUDAS CLONAIS DE Tectona grandis
Paula Caires Colognese

Última alteração: 22-10-18

Resumo


Tendo em vista que a adoção de materiais genéticos resistentes podem diminuir intervenções silviculturais, custos, problemas ambientais e a pouca informação sobre a consequência da desfolha em mudas de teca, este trabalho tem como objetivo analisar os danos, capacidade regenerativa e resistência em mudas clonais de Tectona grandis após à desfolhas artificiais de 0%, 25%, 50%, 75% e 100% e totais consecutivas (por até 5 vezes). Este trabalho está sendo desenvolvido na Universidade Federal de Mato Grosso, Campus Cuiabá, Mato Grosso, em viveiro descoberto. Os testes estão sendo realizados em mudas de sete clones, após dois meses de plantio em vasos de 10 l, serão avaliados durante 6 meses após a desfolha. Para a análise de danos estão sendo coletadas as variáveis biométricas altura (cm) e diâmetro do coleto (mm), mensalmente, e matéria úmida (g) e matéria seca (g) ao final do experimento, para posteriormente serem calculados: a perda de incremento, o Índice de Produtividade (IP) e Índice de Qualidade da Muda (IQM). Para a identificar a capacidade regenerativa, serão coletados a quantidade de folhas antes das desfolhas, e depois da desfolha a cada 15 dias e calculada a Taxa de geração de novas folhas (Tnf). A resistência será determinada através dos dados de regeneração das folhas e da quantidade de plantas vivas e mortas após a finalização do experimento, através de equações que calculam a porcentagem ponderada de tolerância (PPT) e a porcentagem ponderada de suscetibilidade (PPS). Os dados serão submetidos à análise de variância (ANOVA), sendo o experimento analisado em delineamento em blocos ao acaso (DBC) em esquema fatorial e em esquema de parcelas subdivididas no tempo. Espera-se que os materiais genéticos que possuem comprimento radicular maior que a parte aérea da planta, possuirão maior tolerância à desfolha e melhor capacidade regenerativa que os materiais genéticos de maior parte aérea. As mudas que foram submetidas ao maior percentual de desfolha e desfolhas totais, deverão apresentar maior perda de incremento. Mudas com parte aérea maior se comparada com a raiz, deverão ter maior percentual de morte no teste de desfolhas sucessivas.


Palavras-chave


tolerância, perda de área foliar, seleção