Sistema de Eventos Acadêmicos da UFMT, X Mostra da Pós-Graduação: Direitos Humanos, trabalho coletivo e redes de pesquisa na Pós Graduação

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TRABALHOS DE AGULHA E PRENDAS DOMÉSTICAS: EDUCAÇÃO FEMININA MATO-GROSSENSE (1889 - 1910)
Sandra Jung de Mattos

Última alteração: 17-10-18

Resumo


Esta pesquisa tem a finalidade de discutir e compreender o processo histórico da organização da Educação Feminina em Mato Grosso no início do período republicano, 1889 a 1910. Insere-se no campo da História da Educação. Promovemos o mapeamento das escolas femininas destinadas ao ensino primário no estado. Temos como fontes de pesquisa a Constituição do Estado de Mato Grosso de 1891, Regulamento do Ensino Primário de Matto Grosso de 06 de junho de 1889,  conhecida como Reforma Souza Bandeira promovida por Antônio Herculano Souza Bandeira, Decreto no 10 de 07 de novembro de 1891 do Presidente do Estado Manuel José Murtinho, Decreto no 68 de 20 de junho de 1896 do Presidente do Estado Antônio Correa da Costa, Relatórios da Diretoria Geral da Instrução Pública do Estado de Mato Grosso dos anos de 1889 a 1910, Mensagens Presidenciais do Estado de Mato Grosso dos anos de 1889 a 1910. Estabelecemos como categorias de análises: Leis e Regulamentos da Instrução Pública; Organização da Instrução primária; Normas e Regulamentos para a Escolarização Feminina. Procuramos responder: Como se organizou a educação feminina? Quais e quantas eram as escolas femininas no estado mato-grossense no período de 1889 a 1910? E onde estavam localizadas? Para fundamentar a pesquisa da História da Educação Feminina e das mulheres estabelecemos diálogo com autoras como Guacira Lopes Louro (1987, 2014, 2015), Jane Soares de Almeida (1998, 2004, 2014), Michelle Perrot (2005, 2006, 2015). Com autores e autoras: Cynthia Greive Veiga (2007), Otaiza Oliveira Romanelli (1986), Diana Vidal e Luciano Faria Filho (2005) e Dermeval Saviani (2004), percorremos a História da Educação do Brasil. Com Nicanor Palhares Sá e Elizabeth Figueiredo de Sá (2006, 2011), Gervásio Leite (1971), Virgílio Corrêa Filho (2002), Humberto Marcílio (1963) e Rubens de Mendonça (1982), nos ajudaram a trilhar os caminhos da educação mato-grossense. Rosa Fátima de Souza (1998) e Paulo Nosella e Ester Buffa (2009), cursamos as instituições escolares. Os autores Marc Bloch (2002), José D’Assunção Barros (2010), Lucien Febvre (1989), Peter Burke (1992, 1997), Carlo Ginzburg (1989), Jacques Le Goff (1990), entre outras e outros, contribuíram para a compreensão e ordenamento do percurso histórico e metodológico da investigação.  Com as fontes primárias percorremos um delicado caminho, o que nos permite afirmar que mesmo com as mudanças que a República brasileira propôs para a Instrução Pública, em Mato Grosso, para a educação feminina perpetuava-se um conjunto de valores que vinculavam a formação das mulheres a princípios como: submissão da mulher aos pais, maridos e familiares, atribuindo-lhe a missão de administradora e cuidadora do lar, de educadora das crianças e responsável pelos afazeres domésticos. Cabe ainda ressaltar que em Mato Grosso poucas eram as escolas femininas se comparado às masculinas, o que impedia o acesso da mulher à escolarização no período.


Palavras-chave


História da Educação feminina. Escolarização das Mulheres. Instrução Pública Feminina.

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RONDON, Januário da Silva Rondon. Relatório da Instrução Pública apresentado ao Presidente Antônio Pedro Alves de Barros. Matto Grosso, 15 de dezembro de 1902. APMT. 1902.

RONDON, Januário da Silva Rondon. Relatório da Instrução Pública apresentado ao Presidente Antônio Paes de Barros. Matto Grosso, 10 de janeiro de 1906. APMT. 1906.

VIEIRA, Alfredo José Vieira. Relatório da Instrução Pública apresentado ao Presidente Antônio Herculano de Souza Bandeira. Matto Grosso, 06 de junho de 1889. APMT. 1889.

Documentos Nacionais

DANTAS, Rodolpho Epiphanio de Souza. Relatório do Ministério dos Negócios do Império apresentado à Assembleia Geral Legislativa na Segunda Sessão da Décima Oitava Legislatura. Rio de Janeiro. Typographia Nacional, p. 2, 36, 53. 1882. Disponível em: <http://memoria.bn.br/DocReader/720968/10777> Acesso em 10/01/2018.

 

MELLO, Homem de. Relatório do Ministério dos Negócios do Império apresentado à Assembleia Geral Legislativa na Terceira Sessão da Décima Sétima Legislatura. Rio de Janeiro. Typographia Nacional, p. 59. Reio de Janeiro. 1880. Disponível em:           <http://memoria.bn.br/DocReader/720968/15627> Acesso em 05/01/2018.

 

VELLOSO, Pedro Leão. Relatório do Ministério dos Negócios do Império apresentado à Assembleia Geral Legislativa na Segunda Sessão da Décima Oitava Legislatura. Rio de Janeiro. Typographia Nacional, p. 65. 1883. Disponível em: <http://memoria.bn.br/DocReader/720968/16942> Acesso em 10/01/2018.

 

Sites

http;//www.biblioteca.ibge.gov.br/

http://www.crl.edu/

http://bdtd.ibict.br/

http://www.capes.gov.br/component/content/article?id=2164

https://pt.wikipedia.org/wiki/Corografia

http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/geografia/default_evolucao.shtm