Sistema de Eventos Acadêmicos da UFMT, V SEMANA ACADÊMICA DE SINOP

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DETERMINAÇÃO EXPERIMENTAL DA CONSTANTE DE RIGIDEZ EQUIVALENTE DE UMA ASSOCIAÇÃO EM PARALELO DE DUAS MOLAS COM DIFERENTE RIGIDEZ E SUA CONFRONTAÇÃO COM O MODELO TRADICIONAL E PROPOSTO
Wellinton Angi Valin de Souza, Maciel Sulzbacher da Silva, Luana Souza Ferreira, Edilson Vacaro Nogueira, Fernando Nascimento de Oliveira, Ricardo Robinson Campomanes Santana

Última alteração: 09-10-18

Resumo


As propriedades elásticas dos materiais são amplamente pesquisadas para sua aplicação tecnológica. Temos por exemplo, peças de usinagem para equipamentos, amortecedores dos veículos, colchões de espuma flexível ou de molas, entre outros. A elasticidade é a capacidade que o material deve ter de se deformar quando submetido a um esforço, e de voltar à forma original quando o esforço termina. Isto é, a denominada lei de Hooke, que ao aplicá-las ás molas é dada por F = -k x , sendo, x: a deformação sofrida pela mola e k: constante elástica (ou constante de rigidez). Esse trabalho é fruto de uma atividade experimental realizada no laboratório de Física da UFMT – Campus de Sinop, no curso de Licenciatura em Ciências Naturais e Matemática com Habilitação em Física. O objetivo é determinar experimentalmente a constante de rigidez equivalente da associação em paralelo (kEE) de duas molas de constantes k1 e k2 diferentes. Para isto, são determinados experimentalmente as constantes de rigidez das molas 1 e 2, no qual elas são colocadas em um suporte em paralelo, ligadas em seu extremo inferior por uma haste de metal de massa desprezível. Foram colocados no centro desta haste pesos variados e medido a deformação das molas. Após analise dos dados é determinado kEE e este valor é contrastado com o valor predito pelo modelo teórico tradicional: kET = k1 + k2. Os valores de k1,k2 e kEE foram obtidos usando o software GeoGebra nos dados experimentais de força aplicada e deformação das molas. Sendo os valores experimentais: k1 = 56,9 N/m, k2 =18,3 N/m e kEE= 45,8 N/m. Substituindo os valores experimentais de k1 e k2 na relação acima do modelo tradicional estimamos o valor de kET =75,2 N/m. Ao fazer o contraste entre o valor estimado pelo modelo tradicional e o valor experimental encontramos um erro considerável. E ao ser confrontado ao modelo teórico proposto pelo professor orientador (kETP = 55,4 N/m) resulta num erro da medida menor. Portanto, podemos inferir que o resultado experimental de kEE contrastam melhor com o valor estimado pelo modelo teórico proposto.

Palavras-chave


Associação de Molas em Paralelo; Coeficiente Elástico; Lei de Hooke.