Sistema de Eventos Acadêmicos da UFMT, SEMINÁRIO DO ICHS – Humanidades em Contexto: saberes e interpretações (2014)

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OBRIGATORIEDADE DE SOCIOLOGIA E FILOSOFIA: HIPOCRISIA EDUCACIONAL BRASILEIRA
Davys Sleman Negreiros, Simone Duarte Negreiros

Última alteração: 19-07-17

Resumo


A supressão consolidada pela Lei 5.692/1971 do ensino da Sociologia (análise) e da Filosofia (reflexão) no Currículo do ensino médio e a substituição pelas disciplinas de Educação Moral e Cívica e Organização Social e Política do Brasil – OSPB, sob as orientações dos países imperialistas, tem sido influenciado pelas imposições das políticas que trazem seus resquícios desde a época dos acordos MEC/USAID, para a educação brasileira, firmados no período da ditadura militar. Decorridos 37 anos, aquelas disciplinas que foram excluídas, voltaram ao currículo regular, por meio da Lei 11.684/08. Esse estudo parte da seguinte hipótese: a compreensão de que a maioria dos professores ora designados para lecionarem as disciplinas de Sociologia e Filosofia do ensino médio na rede pública de ensino Cacoal, Espigão do Oeste, Pimenta Bueno e Ministro Andreazza, não são licenciados nas referidas disciplinas. Metodologicamente, a investigação se definiu em sua primeira etapa numa pesquisa de caráter exploratório qualitativo/quantitativo, visando delinear o perfil da formação inicial e continuada dos professores que ministram as disciplinas objeto desta pesquisa; e, no segundo momento numa pesquisa participante pela metodologia da pesquisa-ação, tendo em vista que os pesquisadores se integrarão na situação estudada como observadores e observados no contexto da intervenção pedagógica. Desse modo, o estudo objetivou em constatar quem são (formação) e o que fazem (didático/pedagogicamente) os professores de Sociologia e de Filosofia das escolas públicas do ensino médio das cidades centrais do Estado de Rondônia.


Palavras-chave


Educação; Formação Docente; Prática Pedagógica

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